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Energia

VISÃO GLOBAL

A cana-de-açúcar produz açúcar, álcool, mas também energia elétrica com o seu resíduo fibroso que se chama bagaço.O bagaço queimado em uma caldeira fornece vapor e eletricidade: é a cogeração. A energia produzida pelo bagaço é em grande parte excedente em relação às necessidades da ferramenta de produção, permitindo comercializar a eletricidade na rede.

 

Um resíduo fibroso proveniente da moagem da cana-de-açúcar, o bagaço é também uma reserva abundante de energia.

Ferramenta industrial

No Brasil, a Guarani desenvolve a cogeração: o bagaço permitiu inicialmente às fábricas de açúcar de cana-de-açúcar serem autossuficientes em energia. Depois, através de melhorias dos processos e de um ambicioso programa de desenvolvimento, as unidades disponibilizaram para a rede brasileira 750 GWh de bioeletricidade em 2013-14.

Na ilha da Reunião, durante a safra, a Tereos fornece com bagaço as duas centrais térmicas da ilha e evita assim a importação de 145.000 toneladas de carvão. O bagaço fornece um terço das energias renováveis da ilha, ou seja, 12% da eletricidade consumida na ilha.

Em Moçambique, a alimentação das caldeiras da fábrica de açúcar de Marromeu é igualmente oriunda desta fonte de energia, que, durante a safra, assegura, além das necessidades da unidade, o fornecimento de eletricidade aos sistemas de irrigação e para a população local.

Metanização

Na Europa, graças ao desenvolvimento das unidades de metanização, quatro unidades produzem agora energia renovável a partir de beterrabas. Em 2014, duas novas unidades de metanização terão sido colocadas em serviço nas unidades de Artenay (França) e de Dobrovice (República Tcheca). A novidade do processo repousa no uso de vinhaças, coprodutos das destilarias, o que é uma novidade mundial.

O biogás produzido é utilizado nas caldeiras e reduz assim o consumo de energias fósseis e as emissões de CO2.